"Os teus testemunhos são eternamente justos". SL. 119-144a
Quando se tratade escolher produtos que normalmente têm durabilidade mais limitada, procuro ver se ainda estarão no prazo de validade quando forem usados em casa, dentro da previsão da data de seu uso, de modo que não sejam descartados como impróprios.
Quando se trata de medicamentos, além do prazo de validade há ainda outros cuidados a serem seguidos, tais como a forma de armazenamento, não expondo ao calor, à luz e à umidade, que podem fazer com que percam o efeito ou até se tornem prejudiciais.
Ao lermos a Palavra de Deus, vemos numerosas promessas que Deus nos oferece. Desde os primeiros livros, escritos há muitos milhares de anos, até os últimos, escritos a menos tempo, nota-se que as promessas não apresentam data de limite de validade. São eternas. Em momento algum há referência de que sua validade estaria em vias de expirar. "Estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos".
Assim como nos medicamentos, cujo manuseio inadequado pode torná-los imprestáveis para o uso, no caso das promessas há também condições para sermos dignos de usufru-i-las. Trata-se de fidelidade, obediência, submissão à vontade de Deus. A inobservância dessas atitudes, entretanto, não acaba com sua validade. Há um procedimento que lhes permite voltarem a ser usufruídas: chama-se perdão, o qual é obtido pelo reconhecimento dos pecados, pois, "Ele é justo e fiel para perdoar os nossos pecados se os confessarmos". I JO. 1-9
A eficácia da promessa fica assim condicionada não a quem a fez, mas sim, a nós, que a podemos e devemos usar.
Quando se tratade escolher produtos que normalmente têm durabilidade mais limitada, procuro ver se ainda estarão no prazo de validade quando forem usados em casa, dentro da previsão da data de seu uso, de modo que não sejam descartados como impróprios.
Quando se trata de medicamentos, além do prazo de validade há ainda outros cuidados a serem seguidos, tais como a forma de armazenamento, não expondo ao calor, à luz e à umidade, que podem fazer com que percam o efeito ou até se tornem prejudiciais.
Ao lermos a Palavra de Deus, vemos numerosas promessas que Deus nos oferece. Desde os primeiros livros, escritos há muitos milhares de anos, até os últimos, escritos a menos tempo, nota-se que as promessas não apresentam data de limite de validade. São eternas. Em momento algum há referência de que sua validade estaria em vias de expirar. "Estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos".
Assim como nos medicamentos, cujo manuseio inadequado pode torná-los imprestáveis para o uso, no caso das promessas há também condições para sermos dignos de usufru-i-las. Trata-se de fidelidade, obediência, submissão à vontade de Deus. A inobservância dessas atitudes, entretanto, não acaba com sua validade. Há um procedimento que lhes permite voltarem a ser usufruídas: chama-se perdão, o qual é obtido pelo reconhecimento dos pecados, pois, "Ele é justo e fiel para perdoar os nossos pecados se os confessarmos". I JO. 1-9
A eficácia da promessa fica assim condicionada não a quem a fez, mas sim, a nós, que a podemos e devemos usar.
DIÁRIO, Pão. o livro das leituras devocionais diárias, n.12/ coordenador do comitê editorial Roland Kõrber.São Paulo: Rádio Trans Mundial,2008.