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quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Conferência Missionaria

Nos dias 24 e 25 de Setembro aconteceu a Conferência Missionária na Igreja Batista do Povo.

Apresentamos um pouco da cultura, culinária, dança, teatro nordestino para a igreja entender e orar por esse povo tão sofrido e esquecido.

Em janeiro, um grupo de voluntários doou suas férias para Missões. Duas equipes foram à São Bento da Paraiba para falar do amor de Deus. 

Foram momentos impactantes! O povo nordestino é um povo acolhedor e receptivo.

A Igreja Batista do Povo em São Bento é hoje uma realidade para essa cidade com muitos desafios para os nossos missionários Pereira e Sibele que precisam das nossas orações.

São Bento é conhecida como capital mundial das redes que exporta o seu produto para todo os estados do Brasil e para países da América do Sul, África, Europa e Ásia. Porém, os jovens não tem perceptiva de vida e acabam se envolvendo na prostituição, trágico de drogas, casamento precoce, gravidez prococe...

Jesus, liberta o coração do nordestino, do homem e do menino que nasceu aqui. Jesus transforma, muda a sua história, faça ele feliz. 











quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Conferência Missionária

Oi gente,

Durante todo o mês de setembro será ministrado na Conferência Missionária, o tema Brasil, especificamente sobre as regiões Norte e os povos indígenas.

Neste domingo a Cia VamBORA dançou o tema Índios Brasileiros, onde aborda não somente a sua cultura mas a importância desses serem alcançados pelo amor de Deus.

A Revista VEJA traz uma reportagem interessante sobre como os índios matam seus filhos defeituosos, e exemplos de como algumas destas crianças foram poupadas milagrosamente da morte. Quem não lembra que a Funai tentou expulsar algumas missões evangélicas, sob o argumento de que se tentava impor aos índios uma cultura diferente da deles. Um argumento questionável, uma vez que os próprios índios, uma vez em contato com os brancos, tratam de assimilar seus costumes. Em resumo, a decisão da Funai apenas adiaria o que deverá acontecer algum dia, e que ela mesma faria muito pouco para impedir.

Eu entendia que a decisão seria motivada pelo preconceito religioso, que reina dissimuladamente em nosso País, até que a VEJA transcreve as palavras dos antropólogos da Funai, nas quais eles defendem a morte dos inocentes, justificando-as como muito importante e “cheias de significados culturais”. Ou seja, não admitem que os brancos tomem tais crianças de suas tribos e cuidem delas, como o fizeram um casal de missionários evangélicos (que a revista chama de protestantes!). A pequena Hanaki foi condenada à morte, seus pais se suicidaram para não ter que executar a sentença. Em seguida, levou uma paulada do irmão, então com 15 anos, mas quando ele ia enterrá-la, ouviu seu choro e a resgatou. Um dos avôs flechou-a entre o ombro e o peito, e se suicidou de remorso. E, finalmente, ela foi adotada pelo casal de missionários com quem vive há alguns anos e que lhe dá assistência emocional e psicológica.

Mas a Funai não gostou, opinou contrariamente no processo de adoção, e gostaria que a indiazinha estivesse morta. Na reportagem há uma pérola: “O Brasil condena a mutilação genital nos países onde ela é praticada, mas deixa seus índios matarem os bebês defeituosos”.

Daladier Lima